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3.3.12

Erva-mate: o gosto deste amargo te faz bem

Excelente vídeo descrevendo pesquisa da UFSC sobre os ótimos efeitos do chá de erva-mate.
A Centroflora produz o extrato seco.

30.1.12

Inovação vem de cima - matéria da revista Canal RH



Inovação vem de cima
(Canal RH - 03 de janeiro de 2012)  
 
No mundo corporativo cada vez mais ávido por inovação é coerente que se cobrem das lideranças uma postura que permita e incentive um ambiente de livre pensar e, assim, estimule a criação de equipes efetivamente inovadoras. “É fundamental a presença de líderes que endossem a ideia da importância da inovação e criem mecanismos de recompensa e incentivo para tirá-la do papel”, acredita Gilvan Azevedo, consultor e coaching executivo. Assim, torna-se importante identificar e rever práticas gerenciais que eventualmente possam bloquear a criatividade.

Na Europ Assistance, empresa de assistência de viagens, automóveis e saúde para empresas, a motivação e o engajamento são as principais armas para incorporar a inovação na rotina de trabalho, como parte de ações pré-definidas no plano estratégico anual. Desenvolvidas pelo RH, essas atividades têm nos grupos multidisciplinares de estudos ou projetos – que possibilitam visões diferentes em relação ao mesmo assunto – uma das principais ferramentas. “Temos mecanismos, mas de nada adiantariam se os líderes não estivessem imbuídos da missão de estimular pensamentos diferentes e inovadores”, afirma Claudia Lourenço, diretora de RH da Europ Assistance, apontando que treinamentos sobre o assunto também são realizados com frequência.

Para Azevedo, quando o assunto é inovação, o papel dos líderes é imperativo. “Criar e manter uma cultura de inovação sustentável é basicamente um desafio de liderança, que tem a responsabilidade de conduzir uma abordagem integral de pensamento e ação por toda a empresa”, diz. “O alinhamento entre os diversos mecanismos organizacionais é fundamental para impregnar a inovação como elemento chave do DNA da empresa”, completa.

Talvez o maior desafio em inovação, continua Azevedo, seja exatamente inovar nas práticas ortodoxas de gestão e nos modelos organizacionais ainda conservadores em sua grande maioria. “Isto não significa abolir totalmente práticas existentes hoje. Por exemplo, faz sentido usar um processo de decisão hierárquico em atividades que necessitem de tal autoridade, como alocação de recursos, ou cobrando as pessoas por suas responsabilidades. Porém, ao mesmo tempo, é necessário um modelo que ajude profissionais autodirigidos a colaborar continuamente com os seus pares”, acredita.
Processo contínuo
Muitas vezes, são nos momentos de crise e dificuldade que surgem as soluções mais criativas. Mas não é preciso chegar ao limite para criar e inovar. Empresas já têm percebido que a inovação deve fazer parte da rotina, para que as ideias estejam sempre em movimento, trazendo resoluções e evitando problemas.

“Uma empresa, um produto, um serviço e mesmo um profissional têm um ciclo de vida, no qual o negócio ou a carreira atinge um estágio de maturidade. O monitoramento consciente destas etapas permite avaliar a necessidade de renovação ou mesmo de reinvenção”, afirma Azevedo. A falta de inovação tende a gerar insatisfação do profissional no trabalho, o que pode afetar sua relação com a liderança, dada a ausência de perspectiva de aprimoramento e aprendizado. Para a organização, o cenário se reflete em dificuldade na retenção de talentos – uma das principais preocupações empresariais atualmente. Portanto, mais uma vez, as lideranças assumem papel crucial nessa história.

“Na Europ Assistence, o papel do líder é fundamental em vários aspectos [no processo de inovação], seja como ‘patrocinador’ do projeto, seja como facilitador para que a equipe consiga vencer as barreiras que certamente aparecerão ao longo do projeto”, explica Claudia. Os grupos multidisciplinares da empresa foram criados para manter um fluxo ininterrupto de ideias e diálogos. “São celeiros de novas visões, pois unem o conhecimento, a vivência e a perspectiva de colaboradores de diferentes áreas e níveis hierárquicos. Esse mix proporciona importantes reflexões que geram mais do que um processo contínuo de inovação, mas também melhorias em diversos campos da organização, o que beneficia a todos”, conta.

Além disso, do ponto de vista das empresas, é fundamental que exista um alinhamento entre as várias dimensões envolvidas: estratégia, cultura, competências, processos, modelos, mecanismos de gestão, entre outras. “É papel do líder fazer a ligação entre esses universos e estar consciente de que o risco faz parte da mudança e da inovação”, explica. “Por isso, a liderança deve estar preparada para eventuais resistências, que devem ser compreendidas e gerenciadas”, complementa o consultor.

(por Fernanda de Almeida e Lucas Toyama)

Yes, You can! Khan Academy, inovando nas aulas

 

Capa da Veja nesta semana, vejam aqui um exemplo das aulas da Khan Academy, agora com os primeiros vídeos traduzidos para o Português, numa iniciativa da Fundação Lemann, em parceria com a Intel. Neste exemplo, uma aula de aritmética, explicando a multiplicação. Para compartilhar com as crianças!


É de uma simplicidade incrível. Apenas uma mão na lousa e a locução. O método fez sucesso e ficou popular devido ao fato de muita gente começar a acessar os vídeos. Um deles era Bill Gates, dono da Microsoft, que usava o material para ajudar na lição de casa do filho. Gates acabou provendo recursos para Salman Khan sair do mercado financeiro e dedicar-se apenas ao projeto.

29.1.12

Miles Ahead - Inovação Constante


No feriado municipal paulistano de 25/01 último, fui ver "Queremos Miles", exposição-musical no Sesc Pinheiros, concebida pela Cité de La Musique de Paris e dedicada a um dos maiores criadores de jazz do século XX, Miles Davis.
Além da música em si, o meu interesse na obra de Miles vem do fato de que as suas procuras, criações e reinvenções têm tudo a ver com Inovação! Havia publicado uma postagem baseada num texto publicado na revista New Yorker, quando Steve Jobs foi comparado a Miles.
A exposição traça o percurso dele desde a infância em East St. Louis (Illinois, EUA) até seus últimos anos de vida, quando ele já havia se tornado famoso em todo o mundo.
Dividida em oito sequências temáticas, mergulhei na obra de Miles, com a ajuda de documentos, fotos, partituras, gravações e recursos de multimídia, além de instrumentos musicais que lhe pertenceram. A jornada de Miles confunde-se com grande parte da história do jazz: no bebop, no cool jazz e em diversas experiências com outros gêneros musicais, inclusive com a bossa nova, no disco dedicado ao Brasil (Quiet Nights), que fez em parceria com Gil Evans.
Entre as fotos expostas estavam momentos de estúdio – com Herbie Hancock, Charlie Parker, John Coltrane e Wayne Shorter, entre outros; instrumentos do próprio Miles e de outros que conviveram com ele – incluindo percussão de Airto Moreira e um sax de John Coltrane; partituras e capas de disco. Havia jornais e revistas com reportagens significativas (como a Rolling Stone e a Playboy), pinturas e desenhos do próprio Miles e alguns feitos em sua homenagem (de Basquiat, por exemplo) e para seus discos (como os de Mati Klarwein).
Abaixo, veja o vídeo do programa Catraca Livre, com a presença de Daniel Daiben, músico e radialista. Dá para se ter uma boa ideia do clima da exposição, realmente "cool" e bem didática.


(foto: divulgação Sesc Pinheiros)

1.1.12

Piza - O Ano começa com uma Ausência

Como ele mesmo escrevia em um dos tópicos de sua coluna no Estadão, ficam as minhas lágrimas por ele.

Fui a uma banca hoje aqui no litoral de São Paulo exatamente para comprar o Estadão e fazer a minha primeira leitura de sempre: a coluna de Daniel Piza no final do Caderno 2. Não consegui comprar o jornal, que aqui não chegou cedo neste feriado, mas recebi um SMS de um amigo sobre o falecimento dele. Acessei o Estadão e resolvi escrever o seguinte comentário no blog dele, cujo link está aqui desde muito tempo.

"Volto a este blog no qual cheguei a fazer alguns comentários para registrar a nossa tristeza (minha e da família que também o lia) com a partida inesperada de Daniel. A primeira leitura semanal no Estadão que me fará falta. Havia lido o último livro dele com um resumo da década passada e preparo-me para ler uma de suas últimas e sempre ótimas dicas literárias: “A Lebre com Olhos de Âmbar”. Também partilho idas a Gonçalves. Ficam os meus sentimentos para com a família e parafraseando o título da sua última coluna no Estadão: ele nos deixa vários Presentes e fica a sua Ausência."




A foto do canto dele na redação do Estado parece-me também familiar. Livros, revistas e papéis escorrendo pelos cantos. Será que vou cumprir uma das resoluções de Ano Novo e organizar um pouco o meu escritório?

(Foto do site do Estadão).

1.12.11

Os grandes sucessos de Peter Drucker

Em seminários que tenho conduzido, venho mencionando um clássico artigo do "velhinho" que nos deixou aos 94 anos e que publicou muita coisa relevante ao longo do século XX e parte do XXI: Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna.


Trata-se de "Managing Oneself", ou "Gerenciando a Si Mesmo", artigo de 1999 que continua atual e que está entre os Clássicos da Harvard Business Review. Vale a pena ler!


Vejam aqui uma compilação da própria Harvard de algumas das ideias de Drucker:


O que todo executivo deve lembrar.

24.11.11

Barulhinho de Marisa


Na minha opinião, o disco novo não veio tão bom. Marisa, mestra em dar novos tons a canções consideradas "bregas", pode ter passado do ponto e o disco soa "kitsch" no repertório e arranjos. Esta canção e o clipe, porém, estão legais.

19.11.11

Chaplin e a sua presença


Bela exposição no Instituto Tomie Ohtake. Com imagens e trechos de filmes do acervo da família, valeu a pena ver a evolução criativa de um grande artista, conhecido como cineasta e grande ator e, claro, pela figura do personagem Carlitos.

12.11.11

Nova Nova York - Mamma Mia!

Fomos também ao Eataly, megacomplexo de 5 mil metros quadrados, aberto no ano passado na esquina da 23th St. com a 5th Av., que reúne o melhor da gastronomia italiana e que tem alimentos produzidos artesanalmente.
(Foto de viagem). 

Nova Nova York - New WTC no skyline

Fomos ao "ground zero" para ver o memorial recém-inaugurado, o que não conseguimos, já que era necessário ter um passe antes. Mas vimos os acampados do movimento "Occupy Wall Street"(uma espécie de Woodstock urbano) e as novas torres que vão surgindo.
(Foto de viagem). 

Nova Nova York - The place to eat and have fun


A Bowery Street, no East Village, também passou (e passa) por uma transformação a partir da chegada do New Museum, que visitamos no ano passado. 
O nome Bowery vem do holandês, língua dos primeiros colonizadores de Manhattan. Hoje, tornou-se uma avenida que é uma das mais badaladas da cidade, bem agitada e com muitos endereços disputados, dentre eles o DBGB (entre no site com o som, para escutar a música do The Clash, que dá o clima do restaurante), novo empreendimento do chef francês Daniel Boulud (com 12 restaurantes na cidade), onde fomos jantar no sábado à noite. DGBG lembra o CBGB, famoso lugar de shows de rock e punk-rock que fechou em 2009, reduto de bandas como Talking Heads.
O DBGB é um lugar alto astral e barulhento, música boa, cozinha aberta circundando as mesas, ótima comida e atendimento quase inusitado em NY, de tão bom. Lados "funk" e gourmet de downtown combinados com sucesso.

Nova Nova York - Hotel para um Staycation





Ficamos na noite de sábado no Gansevoort Park Avenue, um hotel-boutique que verdadeiramente aperfeiçoou  o conceito de resort urbano. O visual do Empire a partir do terraço com piscina  torna-se um relax em contraponto ao movimento lá embaixo.  E os bares e disco lá me cima causam filas na porta do hotel.

(Fotos de viagem).

Nova Nova York - Getting high



Sábado de sol e temperatura amena, passeamos pela High Line, uma via suspensa que foi uma linha de trem urbano que parou de funcionar em 1980. Em 2009, essa via foi transformada em um jardim suspenso. Começamos o passeio pela 30th Street (com 10th Av.) e fomos até o final, na Gansevoort Street, no Meatpacking District, um antigo bairro industrial, depois região de frigoríficos e açougues e hoje área fashion. Vale muito a pena, inclusive por vermos outros ângulos da cidade e pela movimentação alegre das pessoas, uma mistura de moradores e turistas.
(foto de viagem)

Nova Nova York - an Empire State of Mind

"In New York!!!!
Concrete jungle where dreams are made of,
There's nothing you can’t do,
Now you're in New York!!!
These streets will make you feel brand new,
the lights will inspire you,
Let's hear it for New York, New York, New York" (Jay-Z e Alicia Keys, em "Empire State of Mind")


De volta a NY 1 ano e meio depois, uma série de lugares e coisas novas para ver e curtir. Para entrar no clima, veja este clipe com parte da trilha sonora que descreve e mostra a energia desta cidade.








2.11.11

De Kooning no MoMa - Canvas de self-reinvention


Vai até Janeiro de 2012 esta retrospectiva no MoMA do pintor holandês radicado em Nova York Willem de Kooning. Exposição muito completa que vi hoje e que vale a pena acompanhar com o sistema de áudio do museu, explicando o processo criativo de várias das obras.


"I'm not someone who's ever said anything definitive about his work. In my life also I have very little fixed form. I can change overnight" (de Kooning, 1968).

15.10.11

O verdadeiro pré-sal é a leitura

Hoje no Sabático do Estadão, ótimo artigo do escritor Afonso Romano de Sant'Anna sobre a necessidade de ver a leitura sob o ângulo da inclusão digital. Inovação e criatividade também têm a ver com enxergar as mesmas coisas de forma diferente.

13.10.11

Steve, Miles away

De tudo o que foi publicado e dito após a partida de Steve Jobs, este artigo da revista New Yorker é, na minha opinião, o que de melhor foi escrito. A comparação com a obra de Miles Davis (com exposição sobre ele começando em São Paulo!) e a perspectiva de que um possível novo Steve será "alguém que vê algo que precisamos antes que saibamos que precisamos de tal coisa" diz bem sobre o que é ser criativo e inovar.

E sobre não apenas melhorar algo existente ou simplesmente copiar, vale a frase de Miles no final do artigo: "Não toque o que está lá; toque o que não está lá".

10.10.11

Atitude para Inovação



Nestes tempos em que vejo diversas empresas tentando, de formas distintas, criar e manter uma cultura de inovação, republico uma postagem que escrevi em meados de 2009, na qual alertava para a necessidade de desenvolver na equipe a atitude necessária para gerar inovação. Isto é possível através da prática de metodologias de resolução criativa de desafios, cuja aplicação venho realizando há alguns anos em diversos campos de transformação.

A verdadeira linha da lucratividade é a receita, não o corte na carne. Significa priorizar não a manutenção do “status quo”, mas novos produtos, inovação em geral, venda de valor aos clientes e, por consequência, reinventar negócios, reinventar-se, correr riscos, entregar-se ao desconhecido, mesmo que de forma imperfeita.


Tal busca implica a necessidade de adaptar-se rapidamente, habilidade que só é conseguida por quem sabe pensar.


Assim, o aprendizado do processo de pensar está no cerne da gestão da inovação, para a qual, além do investimento em pesquisa e desenvolvimento, se necessita criar, desenvolver e manter uma ecologia que gere procedimentos e atitudes ampliados e elásticos, tais como a capacidade de esquecer, a vontade de destruir e repensar (ao invés de apenas “mudar” incrementalmente), a busca de originalidade, o entendimento sistêmico, a criação de possibilidades humanas, a sensibilização pessoal para o design, a beleza e os detalhes, a obsessão com a excelência e a “primeira linha”, a aversão à tolice das regras, a inquietação excitante, a tensão criativa enfim.


O grande desafio para as empresas e para quem trabalha com inovação é, portanto, como internalizar tais atitudes e pensamentos, algo que só se viabiliza através do aprendizado do processo que os gera. Isto sem falar em uma liderança decidida, que não aceite as costumeiras desculpas de pés mancos para justificar o mais do mesmo.

8.9.11

Organogramas orgânicos ou cristalizados?

Excelente ilustração de como empresas se "organizam".


 (Fonte: http://www.bonkersworld.net/)

O organograma da sua é decorrente da cultura do "sempre foi assim"? Ou do tempo em que as barreiras geográficas eram relevantes? As interfaces organizacionais estão a serviço das melhores pessoas ou elas são mais fronteiras territoriais controladas estritamente?
Também as estruturas organizacionais se beneficiariam de inovação através de um pensar transformador.

20.7.11

O CEO te ama!

Artigo interessante e divertido desta colunista do Financial Times, cujos textos traduzidos são publicados semanalmente no Jornal Valor Econômico. Neste, ela trata com ironia das exortações vazias típicas de CEO's de algumas empresas.
O título é "Declarações de amor e outras idiotices do mundo corporativo".

31.3.11

Protagonismo para Inovação

Matéria da Época Negócios sobre o evento da Marcondes Consultoria, que realizamos no último dia 29/03, tendo por base a pesquisa de valores que fizemos junto com o DataFolha e que havia sido matéria de capa da revista Época no dia do 2o. turno da eleição presidencial no ano passado. Casa cheia no auditório do Santander, com grande participação da plateia e ótima discussão entre os debatedores, facilitada brilhantemente pela mediadora. Falta de protagonismo barra a inovação nas empresas

24.3.11

A vida vai mais devagar


Ótima animação de uma cidadezinha do interior de Minas, no caminho para Gonçalves , onde vale muito a pena ficar uns dias. A cidade é Camanducaia, com uma população de pouco mais de 21.000 habitantes, segundo o Censo 2010. Clique aqui para ver!

Não deixem de clicar nos vários estabelecimentos e espaços como o campo de futebol, prestando atenção no texto e na voz pomposa do locutor. Há algumas falas hilárias e, ainda que virtualmente, é muito bom sentir o tempo passando mais devagar em meio a correria em que vivemos.

28.2.11

Os bastidores da crise - Trabalho Interno

Trailer do documentário que ganhou o Oscar 2011. Depois de Wall Street II, vale a pena ver este também, mostrando como a crise financeira de 2008 aconteceu.

20.2.11

Rio, gosto de você! A animação da ararinha azul

"Rio", uma ideia do Carlos Saldanha que começou a ser pensada quando ele ainda estava trabalhando no "Era do Gelo 2" é um boa nova neste momento - esperamos! - de virada do Rio com toda a preparação para a Olimpíada em 2016.
Saldanha foi um dos criadores da série, especialmente do esquilinho que não cansava de perseguir a pinha. Agora ele dirige a história de uma ararinha azul.
A Fox liberou um pequeno "trailer" de 2 minutos de "Rio", bem legal. A produção musical é de Sérgio Mendes, com músicas de Carlinhos Brown e Will I Am, do Black Eyed Peas.
O filme será lançado agora em março!

19.2.11

127 horas - Um Herói em Transformação

Estreando nesta semana o filme "127 Hours", baseado no livro "Between a Rock and a Hard Place", publicado em 2004 pelo montanhista Aron Ralston, levado às telas por Danny Boyle, diretor que ganhou o Oscar por "Quem Quer Ser um Milionário" e que fez também "Cova Rasa" (humor negro imperdível!) e "Trainspotting" (muito bom também, mais a trilha sonora!).

A jornada de Aron parece ser mostrada não como um filme de sobrevivência, mas como uma viagem emocional de aprendizado em condições extremas, na qual o protagonista, no confinamento em que se colocou, se dá conta do valor das pessoas que deixou para trás, quando sua atitude era a de um individualista incorrigível. Enquanto tenta se manter vivo, ele só tem como companhia as recordações, a imaginação e a possibilidade - ainda que remota - de um futuro. E ainda consegue ter muito humor!

Para ver urgentemente!

Radiohead - A Volta do Limbo

Qualidade, sonoridade original e performance fazem o Radiohead parecer estar anos-luz à frente de outras bandas. O último disco deles - In Rainbows - era de 2007. Ontem, eles lançaram "The King of Limbs". Atmosferas variadas, algumas densas, outras mais leves. Abaixo, uma das faixas: "Little by Little".